Janeiro 2025 — Março 2026 · Dados extraídos das planilhas de acompanhamento mensal
Dos meses com mais de 400 leads, quatro pertencem ao 2º semestre. A média do 2º sem. (342/mês) superou o 1º (329/mês), indicando aceleração na captação ao longo do ano.
Setembro lidera com 452 leads — seguido por Maio (444) e Agosto (402) — mostrando que os meses pré-festas e pós-férias têm especial apelo para o público de cirurgia estética.
O retorno sobre investimento foi robusto em quase todos os meses, com apenas Julho abaixo de 25×. A média anual de 41,3× indica que cada R$1 investido retornou mais de R$41.
Dezembro encerrou o ano com ROI recorde (56,9×), impulsionado por 10 cirurgias — sugerindo forte efeito de pipeline acumulado no final do ano.
Julho apresentou 407 leads (3º maior do ano) mas apenas 3 cirurgias — o pior número mensal — resultando no pior ROI (19,5×) e menor faturamento cirúrgico (R$120k).
A hipótese mais provável é o impacto de férias escolares e recesso: as decisões foram adiadas para agosto e setembro, que registraram 8 cirurgias cada.
Dezembro foi o melhor mês em cirurgias (10 realizadas), ROI (56,9×) e faturamento cirúrgico (R$400k). O efeito de acúmulo de pipeline — leads de outubro e novembro convertendo ao final do ano — parece explicar esse pico.
A sazonalidade de fim de ano, com bônus anuais e planejamento pessoal, também favorece decisões em cirurgia estética.
Com 23 cirurgias realizadas (vs 21 no Q1/2025), faturamento de R$953k (vs R$893k, +6,7%) e ROI médio de 43,5× (vs 40,8×, +6,8%), o primeiro trimestre de 2026 é, em resultados financeiros, o melhor Q1 da série histórica analisada. A queda em leads (-13,5%) não impactou a conversão final — pelo contrário, o volume de cirurgias cresceu.
O volume cai mês a mês no Q1/26: 321 → 263 → 185. Março foi o mais fraco, com 185 mensagens — 21,3% abaixo de março/2025. Se a tendência se mantiver, os próximos meses podem registrar os menores volumes históricos.
Vale revisar verba, criativos e segmentações de tráfego pago, além de verificar se há aumento de concorrência no leilão de anúncios. A captação precisa de atenção mesmo com resultados fortes em cirurgias.
Com 7 cirurgias em Janeiro, 8 em Fevereiro e 8 em Março, o Q1/2026 produziu 23 cirurgias — superando as 21 do Q1/2025 em +9,5%. A taxa de conversão consulta→cirurgia subiu para ~62%, vs ~35% no ano anterior — sinal de qualificação superior dos leads ou maturação do pipeline.
O crescimento em ROI (+6,8%) e faturamento (+6,7%) confirma que a operação cirúrgica está mais eficiente mesmo com menos leads chegando.
O cenário atual é ambivalente: os resultados financeiros são excelentes, mas o volume de captação está em trajetória decrescente. Se não houver recuperação nos leads de abril em diante, a fila de cirurgias do segundo semestre pode ser comprometida. O bom momento é a hora certa de investir em captação — não de reduzir.
A conversão média de 6,0% é positiva para cirurgia plástica, onde o ciclo de decisão é longo e o ticket elevado torna o público mais criterioso e exigente na pesquisa.
Os melhores meses foram Novembro (9,9%), Janeiro (8,1%) e Agosto (8,1%), sugerindo que sazonalidade e qualidade das campanhas influenciam diretamente a qualidade do lead captado.
154 consultas por indicação em 2025 representam 38,7% do total — canal 100% orgânico, sem custo direto. A base de pacientes da Dra. Fabiana é ativamente evangelizadora.
Em agosto, indicações (21) superaram o Instagram (19) pela única vez no ano. Um programa de indicação estruturado pode amplificar consistentemente esse canal.
| Mês | Leads | Cons. Tráf. | Indicações | Cons. Realiz. | Cirurgias | Faturamento | ROI |
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| Mês | Leads | Cons. Tráf. | Indicações | Cons. Realiz. | Cirurgias | Faturamento | ROI |
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